USB 4.0 - Finalmente definido e está quase a chegar

USB 4.0 - Finalmente definido e está quase a chegar

O USB foi, há alguns anos, escolhido como a interface de ligação de equipamentos. Tem evoluído ao longo do tempo com mudanças radicais em vários níveis. A forma mudou, os protocolos de comunicação também e até a velocidade de transferência foi melhorada.

Depois de vermos chegar novas propostas, eis que foi finalmente definido como será o USB 4.0 e a forma de ligação. Há novidades muito interessantes, mas a maior está mesmo nas velocidades que vai conseguir atingir.

 

 

O USB 4 tem as especificações definidas


Depois de vários meses de discussão, chegou finalmente o anúncio que muitos esperavam. O USB Implementers Forum revelou agora que as especificações técnicas do USB 4 foram definidas e terminadas. Isto abre caminho a muitas novidades que podem chegar em breve.

Na prática, significa que estas especificações vão agora ser entregues aos fabricantes. Estes vão posteriormente colocar as suas equipas a preparar a sua chegada ao mercado nos novos produtos que vão ser criados. Espera-se que no início de 2020 estejam no mercado.

 

Vai atingir velocidades iguais às do Thunderbolt


A maior novidade que saiu desta nova definição é mesmo a velocidade que o USB 4 poderá atingir. Está previsto que seja construído com duas vias e que estas atinjam os 40Gbps na transferência de dados. Assim, este novo standard equipara-se às velocidades do Thunderbolt 3 e duplica as do USB 3.2.

Terá uma interface de ligação igual ao USB 3, na medida em que suporta protocolos de dados e de vídeo. Isto virá igualmente reforçar a oferta no campo dos monitores, para além do HDMI que temos hoje. Não é ainda uma proposta para ligações vídeo muito aceite, mas está em crescimento.

 

Os fabricantes vão agora adotar esta interface


Outro papel que o USB 4 terá é o de unificar de forma final o Thunderbolt e o USB. A confusão por agora é grande, com uma interface similar, mas velocidades de transferências muito díspares.

Resta agora aos fabricantes adotarem o USB 4 e tornarem as suas ofertas já baseadas neste novo padrão. Para os consumidores a boa notícia é que estas novas ofertas vão ser compatíveis com a versão anterior e o Thunderbolt.

Facebook testa reconhecimento facial

Facebook testa reconhecimento facial

Facebook testa reconhecimento facial para comprovar se utilizadores são reais

E se o Facebook lhe pedir para o filmar para poder continuar a utilizar a sua conta? Para reduzir os efeitos das contas falsas, a rede social confirma estar a fazer testes de reconhecimento facial.

O Facebook está a fazer testes para os utilizadores autenticarem as suas contas através de reconhecimento facial, para que possam continuar a utilizar as suas contas. Se os testes do “reconhecimento por selfie“, como lhe apelida o Facebook, forem considerados bem sucedidos, a rede social vai passar a utilizar este método de autenticação para evitar a proliferação de contas falsas na plataforma. Além disso, a empresa está a preparar “pedidos de verificação mais fortes” para garantir que os utilizadores podem continuar a utilizar as suas contas.

Como garantia de privacidade para os utilizadores, o Facebook apelida este sistema que está a testar de “face detection” (deteção facial, em português) e não utiliza o termo “facial recognition” por reiterar que utiliza o sistema apenas para saber se do outro lado da conta há ou não um ser humano, e não o ser humano que diz ser a conta.

A revelação foi feita esta quarta-feira durante um encontro com jornalistas na sede do Facebook em Londres, no qual o Observador participou. De acordo com Simon Cross, diretor de produto da equipa de Integridade na Comunidade das plataformas do Facebook, este sistema de “captura por selfies” serve para “provar que a pessoa por detrás da conta tem boas intenções”.

Estamos a testar selfies para saber se é a pessoa que está por detrás da conta. (…) Uma coisa que nos ajuda é sabermos que está uma pessoa por detrás da câmara”, revelou Cross.

Simon diz que este mecanismo está apenas em fase de testes e “só para verificação”. O sistema é ativado apenas nos momentos em que o Facebook considera que a conta foi criada para fins nefastos e não é controlada por uma pessoa real. Ou seja, quando é uma máquina ou algoritmo que gere a conta falsa.

Em relação à privacidade dos utilizadores, o responsável do Facebook promete que as imagens recolhidas não estão a ser comparadas com outras imagens e este método “serve apenas para confirmar que há uma pessoa verdadeira por detrás da conta“. Simon também refere que, se este método deixar de estar em fase de testes, vai dissuadir pessoas que criam múltiplas contas nas redes sociais para enganar outros utilizadores.

Sobre este novo mecanismo, o responsável do Facebook explicou ao Observador: “Há várias situações em que exigimos às pessoas que nos providenciem mais verificações. Dando exemplos, os mais óbvios são os anúncios políticos. Se quiser ter um anúncio político no Facebook tem de verificar a sua identidade e localização. Até se fazer isso, não se pode publicar anúncios políticos. Isso é para garantir que quem faz esse tipo de anúncios é quem diz ser”.

Segundo explicaram os responsáveis da rede social presentes no encontro, este mecanismo funciona de forma muito semelhante ao reconhecimento facial nos modelos mais recentes dos smartphones (como nos iPhone, Samsung ou Huawei)

Se o Facebook considerar que a conta é falsa, antes de poder voltar a aceder, o utilizador tem de permitir o acesso à câmara frontal do aparelho que está a utilizar. Depois, enquanto a câmara filma o utilizador, surgem vários passos a seguir — como “olhe para a direita, ou olhe para cima” — para confirmar se é um ser humano que está a operar a conta.

Relativamente aos problemas de direito à privacidade que esta ferramenta pode criar — como o utilizador poder não querer que o Facebook o filme para voltar a usar a sua conta — a rede social não avança mais informações. “Não temos certezas sobre quando e como vamos requerer às pessoas para darem mais provas da sua identidade”. Contudo, fica uma promessa: apesar de a prioridade ser “a segurança da comunidade”, a empresa diz não querer “limitar a capacidade” de uma pessoa poder utilizar os seus serviços.

Ao longo do tempo podem ver-nos a pedir uma verificação mais forte para fazer certas coisas no serviço. De novo, no geral, o objetivo é manter a comunidade segura e minimizar as más experiências. Isso é o que estamos sempre a tentar fazer. Se houvesse uma maneira mágica para verificarmos a identidade das pessoas e a autenticidade, minimizando os dados tendenciosos que recolhemos, isso seria perfeito”, diz Simon.

O Facebook diz ainda estar a trabalhar com “organizações e com parceiros” para melhorar e facilitar a tecnologia de autenticação.

Em 2017, o Facebook testou um reconhecimento por selfies que não chegou a avançar. Em vez de filmar o utilizador, a plataforma pediria para a pessoa fazer o upload de uma fotografia de perfil. Sendo um método falível, e tendo criado controvérsia, não avançou.

Estas medidas estão a ser testadas pela empresa detentora do Facebook, Instagram e WhatsApp numa época em que o número de utilizadores falsos continua a crescer. A plataforma fundada e liderada por Mark Zuckerberg afirma já ter banido milhares de milhões de contas falsas criadas por piratas informáticos que querem enganar outros utilizadores para esquemas económicos, deturpar eleições ou promover terrorismo.

Vigilância com reconhecimento facial prolifera e serve desde a polícia a empresas

Vigilância com reconhecimento facial prolifera e serve desde a polícia a empresas

As potencialidades da tecnologia de videovigilância com reconhecimento facial estão a ser testadas. Londres é o maior laboratório na Europa, numa altura em que ainda não há leis para acomodar estes desenvolvimentos.

Londres tem sido palco de testes para o desenvolvimento da videovigilância com reconhecimento facial. As câmaras já eram muitas, pelo que apenas com a atualização da tecnologia se pode obter uma cobertura mais inteligente. Mas além das questões de engenharia, mais fáceis de resolver, surgem as éticas: a legislação ainda não está preparada e é necessário refletir sobre o direito à privacidade dos cidadãos ou sobre os usos a dar à tecnologia, numa atividade que está a ser cobiçada tanto pela polícia como por empresas, para efeitos de marketing.

O número de câmaras inteligentes instaladas em espaços públicos e privados deverá aumentar exponencialmente em Londres nos próximos cinco anos, aponta um relatório do comissário britânico responsável pela videovigilância, Tony Porter. Londres já é a segunda cidade a nível mundial com mais câmaras instaladas – 420.000 – sendo ultrapassada apenas por Pequim, com 470.000. Distante, em terceiro lugar, fica Washington, com apenas 30.000. Na capital britânica, foram instaladas  na sequência de vários ataques terroristas.

Nestas condições, Londres posiciona-se como um lugar privilegiado para testes, e estes têm acontecido. No último dia de janeiro, os cidadãos de Romford foram observados, sem o seu conhecimento, pela polícia britânica, que se escondeu atrás das câmaras e dos ecrãs. O objetivo foi de, no caso de serem identificados criminosos procurados, estes serem detidos de imediato. A polícia destaca a localização de criminosos violentos como um benefício que justifica os riscos de privacidade associados.

Contudo, o evento que merece destaque na peça "Como Londres se transformou num caso de estudo para o reconhecimento facial nas democracias", do Financial Times, é a detenção de um cidadão que, informado acerca da vigilância de que estava a ser alvo, optou por esconder as feições. Este foi intercetado pelas autoridades, acusado de não colaborar, e acabou a pagar uma multa de 90 libras por ter enfrentado a polícia com palavras rudes. Houve outras três detenções semelhantes no mesmo dia. Já no País de Gales, outro cidadão, Ed Bridges, levou as autoridades a tribunal por terem feito o reconhecimento da sua face sem consentimento por duas vezes, uma delas enquanto fazia parte de um protesto.

Entidades públicas, como os transportes londrinos ou a rede de hospitais também já aplicam esta tecnologia nas respetivas instalações. Nos transportes, tentam identificar-se indivíduos com comportamento suspeito, que aparentem apenas vaguear, ou objetos suspeitos. O município de Newham recebe mesmo alertas caso existam multidões a formar-se.

Casos mais graves de controlo registam-se na China, onde o sistema de videovigilância servirá para supervisionar uma minoria étnica, os muçulmanos uigur, um caso denunciado por ativistas de direitos humanos.

Marketing entra na rede

Mas fora as autoridades policiais e os Governos, há mais atores a querer tirar partido das potencialidades desta nova tecnologia.

Uma start-up tecnológica britânica, a Yoti, vai ter instalado em mais de 25.000 lojas de conveniência, durante os próximos quatro meses, um software de reconhecimento facial que pretende estimar as idades dos clientes. A Facewatch, outra start-up com a mesma origem, afirma que o seu software já foi testado por retalhistas nos últimos dois anos, e estará em breve operacional em 550 lojas londrinas. Esta empresa tem estado em negociações com a polícia para a partilha de dados.

As linhas que dividem público e privado no acesso à vigilância são cada vez mais difusas, assinala o Financial Times. Sistemas de videovigilância instalados em espaços públicos também são operados pelo setor privado, que concede depois acesso gratuito às imagens para aplicação da lei.

Legislação pendurada

A tecnologia acelera mas a regulação parece estar atrasada. Falta definir que dados podem ser partilhados com quem, e quem decide. "O parlamento está tão absorvido com o Brexit que não há apetite para mudanças na lei, mas não existe uma base legal. Estamos a pedir à polícia que teste e que mantenha os cidadãos seguros, mas sem qualquer liderança nacional ou orientações. É injusto para o público e para a polícia", comenta Peter Fussey, especialista em crime na Universidade de Essex.

O ministério público britânico pretende suspender todos os casos relacionados com esta tecnologia até que a regulação ganhe forma. Nos Estados Unidos, em cidades como São Francisco e Oakland, a opção foi banir o reconhecimento facial até que sejam estabelecidas regras.

Novo design do iPhone 12

Novo design do iPhone 12

Como deve saber, os iPhones do próximo ano deverão trazer algumas novidades! Nomeadamente um novo design, bem como um novo SoC+Modem para trazer o tão desejado suporte 5G ao mundo da Apple.

E claro está, para isto acontecer, a gigante Norte Americana vai ter de mudar muita coisa dentro do smartphone. O que pelos vistos irá custar muito dinheiro…

Portanto, como já deve ter imaginado, os iPhones de 2020 vão ser diferentes , mais rápidos e também mais caros. Com alguns rumores a mencionar um aumento cerca de 10% em toda a gama, devido ao aumento do custo de componentes, bem como os custos de pesquisa e desenvolvimento para conseguir chegar a um smartphone atrativo, leve e fino, que consiga arcar com tudo isto dentro do seu corpo.

No pack vamos poder encontrar um SoC Apple A14 que já deverá fazer uso do novo processo de fabrico de 5nm, e novidade um modem Snapdragon X55 5G, para trazer o suporte às redes de nova geração.

ASUS Dual GeForce® RTX 2080 Ti OC edition 11GB

ASUS Dual GeForce® RTX 2080 Ti OC edition 11GB

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  • O programa de validação de 144 horas coloca a placa sob um conjunto de testes exigentes para garantir a fiabilidade.
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